4/08/2007

As Aventuras de Péricles – Parte XI

Péricles reencontra os amigos do alheio e se torna o herói do puteiro


Aquilo tudo parecia fazer parte de um filme! Péricles nunca havia imaginado que encontraria tanta luxúria num bordel de estrada. O que mais impressionava era a qualidade das putas: todas tinham corpos exuberantes e rostos bonitos. A única exceção era Carmem! Mas pelo que o viajante havia visto, a baixinha tinha seu valor, pois parecia saber fazer uma “chupeta” como ninguém! Até mesmo as outras putas ficavam surpresas com a técnica da anã. Estava decidido: se conseguisse acertar outra quina chamaria Carmem, a puta anã, para satisfazer sua curiosidade...
Quando Péricles se preparava para chamar uma das putas que vendia as cartelas, a porta do puteiro foi aberta com um chute e dois homens entraram gritando:
- Todo mundo quietinho! É um assalto porra!!!
Todos foram surpreendidos com o anúncio! Um dos homens que adentrara o recinto portava um revólver, o outro tinha uma peixeira nas mãos. Matilde e suas funcionárias amontoaram-se em um dos cantos da grande sala. Entorpecidos pela bebida, os clientes ficaram praticamente paralisados com a chegada dos amigos do alheio. Péricles reconheceu imediatamente os dois larápios: eram os mesmos que tinham levado seu carro! Enquanto o bandido que tinha o revólver fazia a limpa nas mesas, pegando carteiras e relógios dos freqüentadores, o outro vigiava a porta.
- Aí Matilde! Pode entregar a grana toda arrecada hoje! E tem mais: vou levar a tal virgem do Bingo Erótico! Eu e meu parceiro vamos fazer uma festinha particular com ela!!!
Diante daquela situação Matilde se sentiu incapaz de fazer outra coisa senão entregar o dinheiro e gritar por Danny, a virgem que seria o grande prêmio da noite. Péricles ficou extasiado ao ver a beleza da pequena morena que saiu detrás de uma cortina. Danny era a mulher mais linda que ele já havia visto. Tinha o cabelo cacheado, rosto de princesa e uma bunda perfeita. A puta iniciante vestia uma minissaia e um top apertadinho. De repente, um sentimento de fúria tomou conta de nosso protagonista que imediatamente começou a agir sem pensar em mais nada: primeiro desarmou o bandido que apontava o três oitão para Matilde e as “meninas” e o “apagou” com uma coronhada. Em seguida, meteu um soco no nariz do segundo bandido, que também caiu desmaiado no chão. O alvoroço foi total! As funcionárias do puteiro correram para junto de Péricles e o encheram de beijos e abraços. Matilde chamou Silas, um rapaz nascido há 18 anos em um dos quartos do estabelecimento, e falou em seu ouvido. Silas era um misto de mascote, porteiro, faxineiro e segurança. Apressado, o faz-tudo saiu pela porta dos fundos e, menos de um minuto depois, voltou com um carrinho de mão. Com a ajuda de duas das putas mais fortes, colocou dentro os dois bandidos ainda desmaiados e sumiu pela porta por onde havia chegado. (Continua...)

12/11/2005

As Aventuras de Péricles – Parte X

O velho e o novo: situações iguais com desfechos diferentes



Depois que Shirley foi embora, Péricles pediu mais uma cerveja, pois a garganta estava incrivelmente seca. Precisou de mais de 20 minutos para se recompor totalmente! Durante esse período mais dois senhores presentes foram premiados com quinas, ou melhor, com chupetinhas!
Um dos sortudos era um coroa de uns 70 anos de idade. O homem experiente escolheu Carmem, a puta anã para fazer o serviço. Já o outro premiado, um descendente de japoneses de uns vinte e poucos anos, pediu que fosse mamado por Núbia, uma mulata com pernas grossas e boca carnuda.
O coroa não resistiu muito: em menos de três minutos ejaculou humildemente no rosto de Carmem, a puta anã. Núbia teve trabalho, uma vez que o jovem parecia ter o poder de retardar o gozo. Talvez tivesse feito algum curso de meditação ou então fosse praticante de sexo tântrico. A mulata fazia de tudo para terminar logo o trabalho: acelerava os movimentos da cabeça ao mesmo tempo em que manipulava o membro e a bolsa escrotal do sansei com as mãos. Mas o rapaz era duro na queda! Finalmente, depois de incríveis 37 minutos, o japa chegou ao orgasmo de forma exuberante: Núbia chegou a engasgar com o volume de esperma lançado em sua garganta! A puta não conseguiu disfarçar sua surpresa com a quantidade e a textura do fluido seminal! “Nossa! Há quanto tempo você estava guardando isso tudo?!?!”. O japa respondeu: “Minha mulher me largou e fugiu com o meu irmão. Fazia uns cinco meses que eu não dava uma gozada! Depois dessa, acho que vou ficar uns seis meses me segurando para na próxima vez gozar ainda mais gostoso!!!” (Continua...)

12/07/2005

As Aventuras de Péricles – Parte IX

Onde o protagonista vê estrelas



Num momento um tanto nostálgico, escolheu Shirley a peituda que lembrava os velhos tempos. A puta de tetas grandes chegou perto de Péricles e disse um “boa-noite” com uma voz tão erótica, que Péricles achou que fosse chegar ao clímax antes mesmo que a profissional começasse o serviço! Assim que a meretriz se agachou, Péricles pensou, pela primeira vez que o fato da felação ser realizada ali mesmo no salão era um tanto quanto desagradável, pois todos os presentes o veriam naquela situação tão íntima... Mas logo que olhou ao redor, percebeu que todos estavam, em sua maioria, atentos aos números que Matilde, a cafetina, dizia em alto e bom tom.
Quando Shirley iniciou o coito bucal (um segundo antes havia tirado o chiclete da boca) Péricles esqueceu da vida. Sentia-se como que paralisado! Aquilo era sensacional!!! Encontrara a verdadeira boca de veludo! Shirley trabalhava com maestria. A chupetinha era acompanhada por uma “espanhola” nos deliciosos peitos da prostituta. A língua daquela mulher parecia se dividir em duas, três, quatro partes!!! Naquele momento Péricles estava descobrindo o verdadeiro prazer de ser mamado!!! Nenhuma mulher nunca o chupara de forma parecida. A cabeça de Péricles estava vazia. Parecia que tinham feito uma lobotomia nele. Não pensava em mais nada... Enquanto isso, a outra cabeça recebia uma variedade de informações oriundas da língua da Shirley...Mais ou menos quinze minutos depois de iniciado o “tratamento”, Péricles começou a ter espasmos! Não tinha mais controle sob seu corpo. Os olhos se fecharam e o rosto ficou todo contraído. Movimentos involuntários o faziam tremer sem parar na cadeira. Shirley notou o que estava por acontecer e tratou de acelerar o processo. Em segundos a garganta da meretriz estava cheia de fluido seminal. Péricles estava exausto.
Ao abrir os olhos, viu Shirley limpando o canto da boca com a mão. Em seguida, ela sorriu e perguntou: “E então? Foi ou não foi o melhor boquete que já fizeram em você?!”. Péricles não conseguiu dizer palavra alguma... (Continua...)

10/29/2005

As Aventuras de Péricles – Parte VIII


Onde Péricles se anima com o jogo e a sorte bate à sua porta.



As divagações de Péricles foram interrompidas por Sandoval, que já estava recomposto: “Meu camarada! A Carmem é sinistra! Ela está cada vez melhor!!! Você tinha que experimentar!”. Péricles quis matar a curiosidade: “Você vem sempre aqui?”. Sandoval respondeu: “Toda semana! Hoje é uma noite especial! A virgem que será sorteada no Bingo Erótico Especial é uma princesinha!!! Parece uma boneca!!! Vim na intenção de traçar essa belezinha!”.

Matilde anunciou o início de outra rodada! Péricles verificou os bolsos e descobriu que tinha guardado o cartão de crédito/débito e uma nota de R$ 50 no bolso da camisa!!! Pediu para trocar a nota e comprou três cartelas: duas para ele e uma para Sandoval. Este agradeceu a gentileza e comprou mais cinco cartelas. Depois que todos compraram suas cartelas, Matilde deu início à segunda rodada.

Dessa vez, Péricles se animou a participar de verdade do jogo. Por isso ouvia atentamente os números sorteados. Sandoval parecia querer mais, apesar de já ter sido premiado com um belo boquete da puta anã. Matilde percebeu que a tensão entre os jogadores estava crescendo, então passou a cantar as pedras de forma mais lenta. “Marquem aí: número sessenta e quatro. Eu disse meia quatro. Agora é o número quarenta e oito. Quatro oito...”. Os nervos estavam à flor da pele!

“Número 55”. Péricles não acreditava: a primeira quina era dele!!! Sem perder tempo anunciou com uma voz tímida, porém firme: “Quina! Quina!”. Matilde conferiu a cartela e disse: “Muito bem! O senhor pode escolher a garota que preferir!”. Péricles olhou para as dezenas de mulheres. Estava na dúvida entre três: uma mulata tipo exportação, uma nordestina com cabelo bastante escuro e uma loira peituda que parecia uma namorada da adolescência. (Continua...)

10/22/2005

As Aventuras de Péricles – Parte VII

Onde o adolescente ganha o primeiro bingo e Péricles começa a ter novas idéias.

Sandoval estava acabado! Péricles ficou olhando para o caminhoneiro pensando no prazer que aquele homem acabara de ter. “Às vezes achamos que sabemos de tudo, mas...”. Foi interrompido! Um adolescente gritava sem parar: “Bingo! Bingo! Bingo!!!!!!!”. Os outros jogadores ficaram com cara de bobos! Aquele moleque seria o primeiro a dar uma trepada naquela noite! Matilde foi até a mesa do adolescente e conferiu sua cartela. Não havia dúvida: os números batiam! A quase criança estava eufórica: “Já sei quem vou escolher! Quero aquela ali!!!”. A prostituta escolhida era Míriam, uma das mais belas da casa: morena jambo, coxas grossas, cintura fina e peitos suculentos. Tinha a boca grande com lábios volumosos. Miriam foi até o rapaz, apertou a bunda magra do moleque e disse em seu ouvido: “Estava louca para que você me escolhesse! Adoro garotinhos!”. Depois o casal foi para a parte de cima da casa, onde ficavam os quartos.

Era hora de um intervalo! Os homens presentes bebiam cada vez mais. Talvez para espantar o azar ou atrair a sorte. As garçonetes andavam de mesa em mesa levando garrafas de cerveja e cachaça. Matilde observava tudo com muita satisfação: a casa estava cheia e os clientes consumindo bastante!

Péricles já tinha até esquecido do assalto! Estava extasiado com aquele lugar! Como é que não havia pensado em abrir uma casa como aquela no Rio de Janeiro?!? Um Bingo Erótico na Cidade Maravilhosa?! Teria ficado rico!!! Era só falar com uns amigos policiais para arrumar umas putas bem gostosas e a coisa estava feita! Juntaria os viciados em jogos com os tarados de plantão!!! Não tinha como dar errado! Largaria a merda de emprego que tinha e não teria que obedecer a ordens de nenhum chefe filho da puta: ele seria o patrão!!! (Continua...)

10/15/2005

As Aventuras de Péricles – Parte VI


Onde a sorte chega, ao mesmo tempo, para Sandoval e outros quatro clientes do puteiro e Péricles vê o talento de Carmem, a puta anã.



Sandoval estava puto! Havia perdido a chupetinha por causa do número 24 e essa foi a pedra sorteada em seguida! “Tudo bem! Uma trepada é melhor que um boquete!”, pensou o caminhoneiro esperançoso! O silêncio havia retornado ao bordel. Todos estavam concentrados na voz de Matilde e em suas cartelas. De repente um grito animalesco invadiu o local!!! Era o negão! Estava estremecendo e com uma expressão de satisfação congelada no rosto: acabara de gozar!!! Samara limpou o canto da boca, levantou-se e voltou para junto das colegas de trabalho.

Matilde continuou o jogo: “Número 45. Número 19. Número 27”. De repente: “Quina!”. “Quina!”. “Quina!”. “Quina!”. “Quina!”. Cinco homens gritaram quase ao mesmo tempo! O primeiro e mais animado de todos era Sandoval! Matilde então tentou organizar a bagunça que estava se iniciando: “Calma pessoal! Tem boca para todo mundo! Ninguém vai ficar sem receber sua chupetinha!”. Sandoval se antecipou aos quatro companheiros de sorte: “Eu escolho primeiro: quero a Carmem!!!”. Péricles levou um susto! Com tanta mulher para escolher, o caminhoneiro foi pegar logo a puta anã?!?

Mas assim que Carmem, a puta anã, pegou o membro de Sandoval e começou a fazer o trabalho, Péricles percebeu que não conhecia os mistérios do boquete! Pelo jeito que a baixinha pegava na rola de Sandoval – como se fosse um brinquedo que tanto desejava – Péricles percebeu que aquela ali sabia o que fazia! Enquanto Matilde continuava a cantar os números e os outros quatro sortudos eram mamados, Sandoval se esticou todo na cadeira e relaxou! Péricles estava atônito com a cena que presenciava. Talvez fosse pela posição (a puta anã não precisava ficar ajoelhada, bastava baixar um pouco o tronco para alcançar rola de Sandoval) ou pela necessidade de mostrar que a pequena estatura não a incapacitava de realizar as mais difíceis proezas. O que importa é que Carmem realmente estava dando prazer ao cliente! Um prazer realmente verdadeiro: diferente de um simples e mecânico sexo oral, Carmem estava dando satisfação ao caminhoneiro! Depois de ser sugado, por dez minutos, o caminhoneiro tarado começou a gemer mais alto, por fim, deu um berro que explicitava o gozo que estava sentindo. Carmem foi presenteada com vários jatos de esperma no rosto! Ao fim do serviço, a puta anã se levantou e, passando a língua nos lábios, mandou uma piscadinha para Péricles. Em seguida Carmem se retirou da sala. (Continua...)

10/14/2005

As aventuras de Péricles – Parte V


Onde tem início o Bingo Erótico


A cerveja já estava fazendo efeito no organismo de Péricles. Parecia que seus tímpanos seriam implodidos por causa da música que tocava: um grande sucesso de Edílson e Edmílson. As mulheres agora estavam enfileiradas no palco que ficava na parte do fundo da grande sala. Uma boa alma diminuiu o volume do som e Matilde, a cafetina, começou a falar em um microfone: “É chegada a hora! Nosso Bingo Erótico vai começar!!! Para aqueles que estão visitando nossa casa pela primeira vez, vou explicar como é que funciona! Cada cartela custa R$ 2. Em cada rodada teremos dois prêmios. Aquele que fizer a quina primeiro ganhará um boquete da garota que escolher!!! Quem preencher primeiro a cartela, fazendo o bingo, ganha uma trepada com a mulher que preferir!!! Lembrando que a chance aumenta se jogarem com mais de uma cartela! Antes de começarmos, vou dar mais um aviso: como hoje é a última sexta-feira do mês, teremos um grande prêmio!!! O Bingo Erótico Especial dará como prêmio uma virgem genuína!!!!”. Parecia que todos estavam aguardando por esse anúncio! A gritaria foi generalizada: “Essa aí vai ser minha!”, bradou um coroa com vários cordões dourados pendurados no pescoço. “Ela vai aprender com o papai aqui!”, disse um negro com mais de dois metros de altura. “Eu é que vou tirar o selo dela!”, gritou o desesperado Sandoval!

Quando uma mulher na casa dos quarenta anos vestindo só uma mini saia começou a vender as cartelas, a sala ficou quase em silêncio total. Praticamente todos os presentes estavam com notas de valor baixo, facilitando o troco e agilizando o serviço. A maioria comprava três ou quatro cartelas, mas quando chegou a vez de Sandoval, ele foi logo pedindo: “Aí minha gostosa! Eu quero onze cartelas!!!”. Quando recebeu as cartelas, pegou uma e deu para Péricles. “Sei que levaram seu dinheiro, por isso faço questão de pagar uma cartela pra você!”. Péricles nem tentou negar...

Vendidas as cartelas, o bingo começou! Agora o silêncio era absoluto! Os únicos sons eram a voz de Matilde cantando lentamente os números e os suspiros dos jogadores. Sandoval parecia em transe: ficar atento aos números das dez cartelas era realmente muito trabalhoso. O bêbado Péricles marcava os números sem muito interesse, pois nunca havia tido sorte nos jogos. Nem em bingo, nem em rifas, nem em loterias!
Logo após Matilde cantar o número 69, o negão com mais de dois metros de altura gritou: “QUINAAAAAA!!!!”. Matilde conferiu os números da cartela do negão e deu o Ok! “Pode escolher a garota que vai fazer a chupetinha!”. O negão olhou para as mulheres que estavam uma ao lado da outra e escolheu Samara, uma loira com seios grandes, coxas grossas e 1,40m de altura. “Vem cá princesinha!”. A meretriz se ajoelhou na frente do negão – que já estava com a peia para fora da calça – e começou a felação com um pouco de dificuldade devido o tamanho do instrumento do cliente. Matilde chamou a atenção dos jogadores para a continuação daquela rodada do bingo erótico. “A chupetinha já saiu! Agora quem fizer o bingo ganha uma trepada!!!”. (Continua...)