As Aventuras de Péricles – Parte XI
Péricles reencontra os amigos do alheio e se torna o herói do puteiro
Aquilo tudo parecia fazer parte de um filme! Péricles nunca havia imaginado que encontraria tanta luxúria num bordel de estrada. O que mais impressionava era a qualidade das putas: todas tinham corpos exuberantes e rostos bonitos. A única exceção era Carmem! Mas pelo que o viajante havia visto, a baixinha tinha seu valor, pois parecia saber fazer uma “chupeta” como ninguém! Até mesmo as outras putas ficavam surpresas com a técnica da anã. Estava decidido: se conseguisse acertar outra quina chamaria Carmem, a puta anã, para satisfazer sua curiosidade...
Quando Péricles se preparava para chamar uma das putas que vendia as cartelas, a porta do puteiro foi aberta com um chute e dois homens entraram gritando:
- Todo mundo quietinho! É um assalto porra!!!
Todos foram surpreendidos com o anúncio! Um dos homens que adentrara o recinto portava um revólver, o outro tinha uma peixeira nas mãos. Matilde e suas funcionárias amontoaram-se em um dos cantos da grande sala. Entorpecidos pela bebida, os clientes ficaram praticamente paralisados com a chegada dos amigos do alheio. Péricles reconheceu imediatamente os dois larápios: eram os mesmos que tinham levado seu carro! Enquanto o bandido que tinha o revólver fazia a limpa nas mesas, pegando carteiras e relógios dos freqüentadores, o outro vigiava a porta.
- Aí Matilde! Pode entregar a grana toda arrecada hoje! E tem mais: vou levar a tal virgem do Bingo Erótico! Eu e meu parceiro vamos fazer uma festinha particular com ela!!!
Diante daquela situação Matilde se sentiu incapaz de fazer outra coisa senão entregar o dinheiro e gritar por Danny, a virgem que seria o grande prêmio da noite. Péricles ficou extasiado ao ver a beleza da pequena morena que saiu detrás de uma cortina. Danny era a mulher mais linda que ele já havia visto. Tinha o cabelo cacheado, rosto de princesa e uma bunda perfeita. A puta iniciante vestia uma minissaia e um top apertadinho. De repente, um sentimento de fúria tomou conta de nosso protagonista que imediatamente começou a agir sem pensar em mais nada: primeiro desarmou o bandido que apontava o três oitão para Matilde e as “meninas” e o “apagou” com uma coronhada. Em seguida, meteu um soco no nariz do segundo bandido, que também caiu desmaiado no chão. O alvoroço foi total! As funcionárias do puteiro correram para junto de Péricles e o encheram de beijos e abraços. Matilde chamou Silas, um rapaz nascido há 18 anos em um dos quartos do estabelecimento, e falou em seu ouvido. Silas era um misto de mascote, porteiro, faxineiro e segurança. Apressado, o faz-tudo saiu pela porta dos fundos e, menos de um minuto depois, voltou com um carrinho de mão. Com a ajuda de duas das putas mais fortes, colocou dentro os dois bandidos ainda desmaiados e sumiu pela porta por onde havia chegado. (Continua...)
Aquilo tudo parecia fazer parte de um filme! Péricles nunca havia imaginado que encontraria tanta luxúria num bordel de estrada. O que mais impressionava era a qualidade das putas: todas tinham corpos exuberantes e rostos bonitos. A única exceção era Carmem! Mas pelo que o viajante havia visto, a baixinha tinha seu valor, pois parecia saber fazer uma “chupeta” como ninguém! Até mesmo as outras putas ficavam surpresas com a técnica da anã. Estava decidido: se conseguisse acertar outra quina chamaria Carmem, a puta anã, para satisfazer sua curiosidade...
Quando Péricles se preparava para chamar uma das putas que vendia as cartelas, a porta do puteiro foi aberta com um chute e dois homens entraram gritando:
- Todo mundo quietinho! É um assalto porra!!!
Todos foram surpreendidos com o anúncio! Um dos homens que adentrara o recinto portava um revólver, o outro tinha uma peixeira nas mãos. Matilde e suas funcionárias amontoaram-se em um dos cantos da grande sala. Entorpecidos pela bebida, os clientes ficaram praticamente paralisados com a chegada dos amigos do alheio. Péricles reconheceu imediatamente os dois larápios: eram os mesmos que tinham levado seu carro! Enquanto o bandido que tinha o revólver fazia a limpa nas mesas, pegando carteiras e relógios dos freqüentadores, o outro vigiava a porta.
- Aí Matilde! Pode entregar a grana toda arrecada hoje! E tem mais: vou levar a tal virgem do Bingo Erótico! Eu e meu parceiro vamos fazer uma festinha particular com ela!!!
Diante daquela situação Matilde se sentiu incapaz de fazer outra coisa senão entregar o dinheiro e gritar por Danny, a virgem que seria o grande prêmio da noite. Péricles ficou extasiado ao ver a beleza da pequena morena que saiu detrás de uma cortina. Danny era a mulher mais linda que ele já havia visto. Tinha o cabelo cacheado, rosto de princesa e uma bunda perfeita. A puta iniciante vestia uma minissaia e um top apertadinho. De repente, um sentimento de fúria tomou conta de nosso protagonista que imediatamente começou a agir sem pensar em mais nada: primeiro desarmou o bandido que apontava o três oitão para Matilde e as “meninas” e o “apagou” com uma coronhada. Em seguida, meteu um soco no nariz do segundo bandido, que também caiu desmaiado no chão. O alvoroço foi total! As funcionárias do puteiro correram para junto de Péricles e o encheram de beijos e abraços. Matilde chamou Silas, um rapaz nascido há 18 anos em um dos quartos do estabelecimento, e falou em seu ouvido. Silas era um misto de mascote, porteiro, faxineiro e segurança. Apressado, o faz-tudo saiu pela porta dos fundos e, menos de um minuto depois, voltou com um carrinho de mão. Com a ajuda de duas das putas mais fortes, colocou dentro os dois bandidos ainda desmaiados e sumiu pela porta por onde havia chegado. (Continua...)






